Lisboa, Porto e Algarve acompanham tendência de desaceleração, mas alguns mercados continuam a registar aumentos superiores a 25%. Seixal, Moita, Valongo e Gondomar estão entre as exceções.
A renda média contratada, mantém-se elevada nas duas principais cidades do país: 1.615 euros em Lisboa e nos 1.275 euros no Porto.
Vendas de casas aumentaram 7% entre Abril e Junho, enquanto os preços subiram 3,5%. A oferta licenciada atingiu em 2025 o valor mais elevado desde 2011.
Estudo da Confidencial Imobiliário e APPII revela apoio às medidas do Governo, mas sector considera que o impacto nos preços será limitado no curto prazo.
Mercado evidencia comportamentos distintos nas duas principais cidades, mas especialistas afastam cenário de quebra estrutural dos preços.
O investimento estrangeiro no mercado habitacional da Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Lisboa voltou a desacelerar em 2025.
Os concelhos da Margem Sul do Tejo estão a afirmar-se como os principais motores da valorização imobiliária na Área Metropolitana de Lisboa, com aumentos homólogos superiores a 30%.
No 1º trimestre de 2026, as transacções caem 9,4% mas preços da habitação continuam a subir, com aumento de 4,6%, revela o Confidencial Imobiliário.
Em 2024 e 2025 foram pedidas licenças para 114.050 novos fogos, mas apenas 64%, num total de 72.800 habitações, foram licenciadas e entraram em obra, ficando em suspenso 36% da oferta.
Os preços de venda das casas em Portugal Continental registaram um aumento mensal de 1,6% em Janeiro deste ano, confirmando que o mercado residencial mantém a trajectória de forte valorização observada o longo de 2025.